Lázaro de Carvalho

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133 – TEATRO – Só para loucos.

In Artigos on 26 de outubro de 2011 at 20:35

SOMENTE HOJE: Preços promocionais ao ensejo daqueles que se desesperam por não ter; a outros disfarçados de SER; e ainda para todos os tolos que se abdicam de TER e SER.

ENTRADA PELAS PORTAS LATERAIS: Facilite o acesso, usando-as. Evitem a porta frontal, pois é privativa dos idiotas por natureza, nobres por circunstâncias, e desvairados, por prazer.

Como uma marionete, manipulada por fios invisíveis, adentrei o recinto, usando por precaução as entradas laterais.

COVARDES BENDITOS, ESCOLHIDOS E ILUMINADOS! POR GENTILEZA, ENTREM!

Confesso que ao ingressar ao recinto sentia-me constrangido e humilhado, mas por alguma razão desconhecida não me foi possível recuar.

Dançarinas nuas conduziam o publico as toaletes, onde havia armários, além de um jogo precioso de espelhos.

DEIXAI AQUI VOSSAS FANTASIAS! SEJAI INDIFERENTES A ELAS!

Completamente nu, ocupei a quarta fila. Então percebi, de modo ainda contido, os detalhes ornamentais do palco. Havia nuvens grotescas num céu cinza chumbo, tendendo ao negro. Diante do mar assustador ondas imensas se agigantavam, como se estivessem prestes a romper o alambrado. Um velho barbudo e desdentado, tendo um linga por cajado, desfilava entre bêbados e equilibristas. Ambos se confundiam no picadeiro. Outros tantos ociosos vagavam entre putas e cafetões, num cabaré lúdico de linhagem lúgubre, síntese de um ocaso iminente.

Sendo iminente, o ocaso se elevou em oratória:

“Então, se arrependeu o Senhor de ter feito o homem na Terra, e isso lhe pesou no coração”.

Várias senhas foram distribuídas ao acaso, enquanto palhaços dançarinos brincavam numa piscina de bolas coloridas. Atraiu-me a atenção o fato de cada uma das bolas representar eventos importantes da nossa história.

Uma arca de rompante imperioso foi içada por alavancas bem calculadas, rompendo as ondas como um falcão alpino de asas reluzentes. Remadores truculentos içavam velas brancas ao sol de um quase dezembro.

DESERDAI VOSSA CULTURA DOS ACERVOS EXPURGADOS DE UMA EPOPEIA EXTINTA! POIS VOSSO TEMPO SE EXTINGUE, ESCOA POR VOSSAS MÃOS TRÊMULAS, DIANTE DE UM ÓCIO VAIDOSO.

Uma confusão de línguas manifestou-se. Jargões se fizeram ouvir. Alguns defendiam liberdade para as mulheres, os pássaros e os besouros. Outros blasfemavam contra Deus e o Diabo. Ainda outros defendiam melhorias salariais e condições salutares de trabalho. Da sala contígua chegavam notícias sobre índices comercias, descobertas científicas e aceleração do consumo.

O ocaso, alheio à turbulência incontida dos ânimos, voltou a se pronunciar:

“Farei desaparecer da face da Terra o homem que criei, o homem e o animal, os répteis e as aves do céu…”

Um silêncio de morte fez-se ouvir no umbral, enquanto o Louco (art. 021) acenava, com uma rosa branca, ao público estupefato. Acompanhando os seus passos vadios o uivar do Lobo, e um cetro em forma de cajado a apontar o “Em cima e o embaixo”.

Então, a porta frontal foi aberta ao público e por ela entraram políticos de todas as estirpes, acompanhados de onipotentes empresários, todos em nome da corte do rei. Acenavam ao público com aumentos reais, além de bônus e vantagens promocionais, bastando para isso tempo de casa e dedicação notória e confirmada.

 

As vozes em uníssono cantaram odes aos emissários do rei, enquanto abraçavam amigos, esposa e filhos, num contentamento sem igual.

Novamente, o Louco (art. 043), ordenou aos remadores que seguissem viagem. Com total desprendimento jogou sua rosa branca ao público, vendo-a esmagada sob os sapatos dos satisfeitos e afortunados. Enquanto usavam o “linga em forma de cajado” para convencer àqueles que, ainda incrédulos, insistiam em não se curvar perante tamanha benevolência.

As cortinas se fecharam e a algazarra silenciou. Fui novamente levado pelas mãos da Dançarina que, completamente nua, conduziu-me através de um extenso corredor pouco iluminado, antes de ganhar a rua do outro lado da noite. Lembrei-me então da senha distribuída ao acaso, e abrindo-a li:

O DILÚVIO PÕE FIM À VOSSA CULTURA, ENQUANTO A ARCA PRESERVA OS VALORES DA PRÓXIMA.

Que assim seja!

132 – Incontáveis estrelas do céu

In Artigos on 18 de outubro de 2011 at 20:29

DEUS NÃO ALIMENTA A FALSA PERSONALIDADE DO HOMEM, POIS SE ASSIM FIZESSE ESTARIA AQUÉM DA SUA ESSÊNCIA DE SER DEUS.

Insinuações de grandeza, prosperidade, realizações pessoais subjetivas, poder e proteção contra os infortúnios não têm fundamento nas raízes divinas, antes são criações da mente induzida do homem. Dentro de uma reflexão fria e isenta de extremos, Deus não pode lhe conceder prioridades, enquanto tantos sofrem afligidos pela fome e miséria na Somália e em diversas partes do mundo. Além de outros vitimados por doenças físicas e psicológicas, ou ainda pelas mais adversas atrocidades. Se assim agisse seria o Deus dos escolhidos, entretanto, suas emanações abraçam o universo como um todo indiviso.

NÃO HÁ ESCOLHIDOS PARA DEUS, EXISTEM APENAS AQUELES QUE SE COLOCAM À DISPOSIÇÃO, POSSIBILITANDO ASSIM UM PROCESSO, NUNCA UMA ESCOLHA.

Incontáveis os grãos de areia da praia e incontáveis as estrelas do céu. Incontáveis os eus que fazem habitação no homem, milhares e milhares de legiões. Legiões reais, entidades que possuem vida própria, e migram de Centro para Centro aos milhares. São seres pensantes, que se emocionam e reagem segundo ocasiões circunstanciais. Manifestamos um universo em nós mesmos sem saber, ou pensamos ser sabedores, mas nosso proceder não legitima atitudes, nem assume responsabilidades com o todo.

DEUS DEU A VOCÊ, ABRÃO, UM HORIZONTE INFINITO DE RIQUEZAS, MAS É NECESSÁRIO NÃO SE IDENTIFICAR COM ‘SEU ISAAC’.

A identificação nos torna cativos, então Isaac deixa de ser o milagre de Deus manifestado em Sara, para ser motivo de exultação, engrandecimento e poder pessoal.

Quando Abrão pediu a Deus descendência, ainda estava cativo, portanto, pensava apenas na sua continuidade. Mas Deus, o soberano e sábio do Universo, na sua condição de Cordeiro, cedeu a Abrão, segundo o próprio desejo daquele. Mas a hora do Lobo chegou, e a Abrão foram pedidos: dor, sangue, lágrimas e sacrifício. Uma síntese do caminho do Getsêmani ao Gólgota (art. 125), onde a cruz se materializa num altar de pedras. Existe uma linhagem de conhecimento que nos diz que a predisposição de Abrão foi quem induziu o próprio Criador, posteriormente, a sacrificar Jesus em nome dos Céus.

A elegância de Abrão ao caminhar resoluto e a sua não-identificação, consumada ao abrir mão da continuidade subjetiva de sua descendência quando se prontificou a sacrificar Isaac, afastaram o domínio elementar do Lobo, reconduzindo-o ao Cordeiro, desta feita como ABRAÃO, o Patriarca do povo de Israel.

Apesar de não ser ainda possível uma compreensão todo abrangente dos ensinamentos contidos no Tratado, podemos afirmar que tanto o Lobo quanto o Cordeiro trabalham em estrita comunhão.

A FORÇA DO LOBO SE MANIFESTA NA CONTRAÇÃO, ENQUANTO O CORDEIRO TEM EM SEU PODER TODO O PROCESSO DE EXPANSÃO.

SEM CONTRAÇÃO NÃO HÁ EXPANSÃO, PORTANTO, QUANDO REPRIMIDA, UMA IDEIA POSSUI MAIS PODER DE PERSUASÃO QUE NO SEU ESTADO NATURAL DE EXPANSÃO E ELASTICIDADE.

O LOBO É A FORÇA POTENCIAL DO CORDEIRO, MAXIMIZADA, DIRECIONADA E DIRIGIDA, SEGUNDO PROPÓSITOS SUPERIORES.

CERTA VEZ OUVI DE UM MESTRE QUE MUITAS VEZES É NECESSÁRIO ARRANCAR UMA DAS PERNAS AO HOMEM, PARA QUE ELE POSSA VIR A TER DUAS.

Incontáveis as estrelas do céu, um sem fim de oportunidades descortina-se diante de nós. Basta não se identificar, nem com as estrelas, nem com o céu. Somente assim podemos ver a ambos em equilíbrio e harmonia.

Cinco equilibram melhor do que quatro, sendo o quinto elemento o suporte central de apoio logístico e homogêneo a todo o conjunto. Os extremos são suavizados pelo equilíbrio, mas não pode haver excessos sobre o suporte central. O quinto elemento somos nós na condição do observador, que altera tantas posições quanto necessárias, segundo parâmetros de inteligência, intuição e integração.

A Cruz é a simbologia dos extremos, sendo Jesus o Quinto Elemento: AQUELE QUE PERMITE TRANSCENDER A CRUZ. A Estrela de Davi é a Cruz, acrescida de um elemento cognitivo diferenciador. Ocidente e Oriente são extremos, portanto precisam de um elemento homogêneo de integração.

INTEGRAR NÃO SIGNIFICA NECESSARIAMENTE TORNAR-SE UM, MAS SIM COEXISTIR SEPARADAMENTE EM HARMONIA E EQUILÍBRIO.

AS RELIGIÕES SÃO BELAS E REPLETAS DE SIGNIFICADO, COMO BELOS SÃO AS FLORES, O ORVALHO E O AMANHECER. O QUE PÕE TUDO A PERDER É A PERFORMANCE DE UM JARDINEIRO COMPLETAMENTE AUSENTE DE SI MESMO (ART. 126), QUE PERDEU CONTATO COM A BELEZA INDISCUTÍVEL DO ANOITECER, DA LUA E DAS ESTRELAS.

Sob a guarda do homem foram colocadas duas lindas molduras, uma à sua direita e outra à sua esquerda. Bastava conservar ambas indenes, para que todo aquele que as contemplasse pudesse ver além da tela incontáveis estrelas do céu. Mas um eu pretensioso e possessivo nos tirou a visão objetiva do agora, que era nossa por direito de primogenitura, e sugeriu cobrar dízimos de todos aqueles que as quisesse contemplar.

ENTÃO, EM VEZ DE INCONTÁVEIS ESTRELAS DO CÉU, A MOLDURA PASSOU A PROJETAR FACES ENRUGADAS PELO TÉDIO, AMARGURA E SUBMISSÃO.

Que assim seja!

 

 

131 – Sai da tua terra e vai!

In Artigos on 10 de outubro de 2011 at 20:44

Terra do homem é o cativeiro do homem. Fluxo ininterrupto de pensamentos é grilhão, sendo a carta de alforria o silêncio interior. Não um silêncio forjado na meditação, mas sim na rua, no trabalho, no lar, em todo e qualquer lugar.

A IDENTIFICAÇÃO NOS PRENDE E AMORDAÇA, ENQUANTO A IMAGINAÇÃO NOS CONDUZ CATIVOS.

Fala-se muito em sonhos, mas o sonhar verdadeiro é prático e objetivo, e nos acena a partir do agora. Alimentar ilusões é diferente de sonhar, sendo este criativo e dinâmico, enquanto aquela aprisiona e corrói.

Quando é dito: Sai da tua terra e vai! Não fazemos alusão à superar fronteiras, como referência a deixar seu convívio ou país a serviço de ordens missionárias. Se assim fizéssemos estaríamos nos referindo ao outro como um ser diferenciado, caracterizando-o como inferior a nós, relegando sua cultura, e nos colocando a serviço da falsa personalidade. Ou seja, imagino conhecer aquilo que é melhor para você, mas na verdade estou apenas a serviço das minhas convicções pessoais, às quais chamo de a palavra do senhor. Portanto, não lhe deixando outra alternativa senão ouvir-me, se porventura quiser obter a salvação da sua alma. Se observarmos cuidadosamente este não é o melhor caminho.

Abra sutilmente a porta de uma gaiola e observe. Por algumas vezes o pássaro cativo irá até às suas proximidades e retornará; em outras, talvez voe até o galho de uma árvore próxima à gaiola, mas sem sair do quintal. O seu cativeiro passa a ser, então, o quintal. Mais tarde, ultrapassará os limites do muro, até que não o veremos mais. Não temos que nos preocupar com ele, não podemos ensiná-lo a voar, mas teimamos em proceder assim. Enquanto preocupados, nos esquecemos de alçar nosso próprio voo.

AO SE PREOCUPAR DEMASIADAMENTE COM O OUTRO, VOCÊ ACABA NÃO SE LEMBRANDO DE SI MESMO.

Não o ensine a pescar, apenas acompanhe os seus passos até às margens do rio, e em seguida, dê-lhe uma vara de pesca, sentando-se silenciosamente ao seu lado. Realize todos os movimentos inerentes ao ato de pescar, usando a sua própria vara de pesca. E não se surpreenda se depois de algum tempo, o observador tornar-se mais hábil na arte de pescar do que você poderia conceber.

PERMITIR APRENDER É MAIS PRÁTICO DO QUE ENSINAR.

Este é o significado maior de Sai da tua terra e vai! Significa ir ao encontro do outro, enquanto outro, respeitando suas crenças, cultura e tradição. Não aludindo a um país distante, pois todas as fronteiras são imaginárias.

VÁ COM INTUITO DE SERVI-LO, MAS NUNCA COM A PRESUNÇÃO DE TRANSFORMÁ-LO.

Em determinada fase da minha vida, quando me encontrava numa situação delicada, apareceram vários profetas com o intuito de me induzir a segui-los, vários deles bateram à minha porta. Aparentavam estarem preocupados comigo, mas pude observar que na verdade estavam a serviço de sua falsa personalidade. Eu era apenas a sua arena de apostas. Apontavam suas convicções e crenças como solução para a minha vida, mas percebi que não eram reais. Suas convicções não tinham raízes. Eles mesmos se auto-intitulavam ‘mensageiros da palavra de Deus’, mas pude ver em seus olhos que a prática não corroborava suas intenções.

Habitamos um vasto país interior de dimensões continentais, onde existem limitações, dialetos vários, intrigas, ambições, e regimes ditatoriais. Encontramos ditadores no Centro Intelectual, dissidentes anárquicos no Centro Emocional, trabalhadores ociosos no Centro Motor, cafetões de toda estirpe no Centro Sexual, e um magnífico Centro Instintivo (sede de Gaia), que tenta por todos os meios possíveis por ordem na casa.

Quando o Centro Intelectual, em detrimento dos outros, assume o controle de forma radical, o Senhor diz: Sai da tua terra e vai!

Quando o Centro Emocional, sem nenhum tipo de reflexão, passa a ditar as normas segundo os seus desejos, o Senhor diz: Sai da tua terra e vai!

Quando o Centro Motor, ou o Centro Sexual, ou ainda ambos, passam a condicionar respostas, o Senhor diz: Sai da tua terra e vai!

SAI DA SITUAÇÃO IDENTIFICADA EM QUE TE ENCONTRAS, E VAI AO ENCONTRO DAQUILO QUE É REAL EM TI.

Quantas ruas estreitas e mal iluminadas, de aspecto duvidoso e perigosas, têm que ser ultrapassadas em nosso vasto mundo interior. Quantas adversidades, quanta dor, perdas e infortúnios precisamos superar. Os perigos imaginários, o medo de ter nossa continuidade rompida por alguma razão não assimilada, além do apego e das crenças informes e distorcidas, afastam de nós o verdadeiro propósito da existência. É muito importante compreender que o melhor momento de nossa vida é este que estamos vivendo agora. Pouco importa se estamos nus no logradouro, ou em veste de gala no saguão de um luxuoso hotel, este é o nosso melhor momento. Pode parecer insensato e premeditado, mas aquele que estava nu pode estar bem vestido após alguns anos de infortúnio, enquanto o outro pode estar se despedindo em virtude de uma doença rara. O que realmente importa é não se identificar, nem com o sucesso, nem com o fracasso. Simplesmente, Sai da tua terra e vai!

IMAGINAR O OUTRO COMO PERDA OU INSENSATEZ, NOS TORNA INSENSATOS E ARROGANTES.

Se estivermos felizes, realizados financeiramente, com saúde, abençoados e ungidos, o Senhor nos diz: Sai da tua terra e vai!

Se estivermos tristes, ansiosos, omissos, deprimidos, vazios de significado e ausentes de nós mesmos. O Senhor nos diz: Sai da tua terra e vai!

Mas se estivermos cativos, amordaçados, submissos e obliterados, o senhor também nos diz: Sai da tua terra e vai!

Não importa a situação em que se encontre em dado momento, o Senhor sempre lhe dirá: Sai da tua terra e vai!

O SENHOR NOS ACENA, DA MESMA FORMA QUE BUDA NOS ACENA, QUE TODOS OS AVATARES DA TERRA ACENARAM, PARA A NÃO IDENTIFICAÇÃO, NEM COM O BEM, NEM COM O MAL.

Este é o significado maior do Homem Integral, ou seja, aquele que mantém indenes durante todo o percurso de sua vida o Lobo e o Cordeiro que foram confiados à sua guarda.

Buda nos diz: Sai da tua terra e vai! E nos aponta o caminho do meio.

Jesus nos Diz: Sai da tua terra e vai! E nos convida a trilhar o caminho do Getsêmani ao Gólgota.

A SABEDORIA DE DEUS, QUALQUER QUE SEJA O NOME QUE POR VENTURA LHE DERMOS, NÃO TEM LIMITES.

Que assim seja.

PS: A partir deste texto nº 131 tem início a segunda fase do nosso Tratado do Lobo e o Cordeiro, cujo título é: SAI DA TUA TERRA E VAI! Serão redigidos, se assim for da vontade soberana e santa de Deus, mais 130 artigos que têm por meta exercitar o conteúdo, trazer esclarecimento e dar expansão a um dos maiores significados bíblicos que tive a oportunidade de vivenciar. SAI DA TUA TERRA E VAI! É um tema de infinitos valores, e riquíssimo em conteúdo, mas um detalhe precisa ser observado, pois é importantíssimo: ONDE TE MOSTRAREI. Aqui reside toda a diferença, e é exatamente esta diferença que vamos compreender nos próximos 130 artigos. Um beijo grande no seu coração.