Lázaro de Carvalho

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135 – A oferta

In Artigos on 23 de novembro de 2011 at 21:23

Muitas civilizações, de alguma forma e em comunhão com sua cultura primitiva, renderam graças ao criador por meio de oferendas e sacrifícios. Durante muitos séculos sacrifícios humanos foram executados a céu aberto em nome de algum mito religioso. Houve inclusive culturas que sacrificaram o seu próprio rei num ritual que visava nutrir a terra para a geração de alimentos e garantia da sobrevivência de seu povo. Animais considerados sagrados eram levados em sacrifício ao altar das oferendas.

Muitos séculos depois o sincretismo religioso judaico nos legou a sutileza do dízimo em comunhão com as ofertas, numa tentativa de restringir os sacrifícios humanos, e depois a auto-flagelação dos ascetas. Como o mercado (art. 068) já se anunciava promissor desde a sua origem, alguns homens astutos observaram o grau de influência e bem-estar que usufruíam os detentores do poder da fé. Não tendo eles possibilidades de interagir com o círculo promissor e ascendente da hierarquia sacerdotal criaram ramificações, desenvolvendo assim seus próprios artifícios teológicos.

O Dízimo passou a ser o principal investimento da Palavra, pois através dele se confirmariam os ensejos do Céu. Ainda não satisfeitos fizeram da oferta o seu acompanhante de gala, ‘quase obrigatória’, ao declarar que “além da obrigatoriedade espiritual do Dízimo, alegra ao Senhor receber a oferta dos seus fiéis”. Estava aberto o campo minado para todo tipo de interesses, visando o poder político, financeiro e sacerdotal. Ofertas de príncipes e reis deste mundo em busca de sustentação política e interesses imediatos, fizeram da igreja um Estado de manobra e poder na Terra.

Milhões, muitos milhões, estão nos cofres do poder. Além de templos suntuosos e catedrais, em nome da Falsa Personalidade, templo do Eu imaginário do homem. Outros milhões investidos na mídia, para a persuasão dos “resistentes” do povo. Formaram se assim cartéis milionários que investem verdadeiras fortunas na Palavra, alguns inclusive com canais próprios de televisão, além de emissoras de rádio, jornais e editoras, e influentes sistemas virtuais de difusão.

Ao Lobo exorcizam com rituais e jargões precisos, repletos de ódio e diferenciais de conduta, sem Observar a Si Mesmo, portanto, impossibilitados de qualquer tipo de reflexão. Não posso retroceder diante da verdade, portanto é preciso ressaltar que o Lobo sendo Senhor do Centro Instintivo de Gaia, a Grande Mãe (art. 097), alma da Terra, não é conivente com os atos de profanação do Sagrado, ou Verdadeiro Conhecimento. Sua reação é determinada pelas atitudes do homem, tanto quanto sua origem e verdade. O Lobo é o reflexo da alma do homem no espelho de sua própria consciência.

Um grande número de introduções sob o jugo ortodoxo judaico fizeram prover os textos sagrados de escritos, segundo os quais o Dízimo nasceu de Deus e sua imposição é Sagrada. Não obstante isso, um grande número de traduções foram legadas ao bel prazer de Constantino e dos homens de Roma. Ainda há a imprecisão de análise, pois os textos em sua origem são esotéricos, portanto não permitem nenhuma imposição de literalidade. Um grande número de arbitrariedades nos faz crer na dicotomia, dividindo o Universo entre o Bem e o mal, entre Deus e o Diabo, transformando Gaia num campo de batalha cósmico. Sobre essa dicotomia está erigida a base psicológica e financeira que sustenta as tradições.

Então vamos abrir os portais e adentrar a Senda, e assim deparar com o primeiro diferencial: A oferta do Lobo. Nenhuma oferenda lhe apraz, infeliz do homem que lhe impuser oferendas em nome dos desejos aleatórios de sua mente vã. Nenhum Dízimo cultuado pelo Imaginário do homem condiz com o seu íntimo, e nenhum sacrifício, além de “sacrificar o nosso sofrimento inútil”  deve lhe ser ofertado. Sendo ele o Centro Instintivo de Gaia, torna-se nutriente para todo aquele que não interfere como um vírus no seu centro vital.

O chão onde pisas é Santo, diz o Lobo, portanto, tira as sandálias dos pés, para não ferir no mais íntimo do ser à Vossa Mãe que lhe doou corpo, sangue, água e escuridão. O Lobo não faz nenhuma referência à Vida e à Luz, pois ambas são originárias do Cordeiro. Somos filhos das estrelas, irmãos dos regatos e das árvores, enfim de todos os seres sencientes da Terra. Talvez não seja ainda do seu conhecimento, mas a nossa Mãe Terra está situada num local que é quase um exílio no Raio de Criação, portanto não são pequenos os esforços que esta Mãe faz para alimentar seus filhos. Se não fosse pela magia dessa Oitava lateral, que tem sua origem no Sol, não iríamos a lugar algum. Não se preocupe em compreender o que estou lhe dizendo agora, com certeza, um dia será do seu conhecimento. Apenas sinta e agradeça.

O Cordeiro é a evolução do Lobo em milhares de séculos de existência. Portanto não se desespera em lhe servir de alimento, pois sabe que serão necessários apenas Três dias pra reconstruir seu corpo, e reiniciar um novo ciclo. São milhares de Tríades em apenas alguns segundos. Mas você dirá, como pode ser o Cordeiro a evolução do Lobo, se o Lobo continua cativo no submundo da Existência? Eu lhe direi que todo o Universo é vivo e inteligente, e respira escala e relatividade (art. 048), o tempo linear só existe para nós como espécie limitada pela contenção dos sentidos. Observe atentamente e verá que aquilo que aparentemente está passando somos nós. Tempo é respiração e eternidade.

A oferta do Lobo é o melhor de cada um de nós posto em prática no agora. Se um homem estupra, diz-nos o Verdadeiro Conhecimento que esse é seu melhor; se um outro tem a índole de matar é porque o seu melhor é matar; e se ainda outros mentem, roubam, caluniam é porque o seu melhor é matar, roubar e caluniar. Isso não os isenta de culpa diante dos tribunais da Terra, mas os torna imunes diante dos fóruns Espirituais de Instâncias Elevadas. Deus não é aquele que julga e condena, mas apenas observa. Mas, então, quem julga e condena? Outros semelhantes àqueles o farão. Somente os iguais se condenam, a entidade mais evoluída simplesmente observa.

O Lobo é sabedor dos limites individuais do homem, pois habita os Chakras inferiores de toda a raça humana. Por estar cativo no submundo da existência, recolhido ali pela conduta irregular do próprio homem, os reflete segundo ditames de irracionalidade e incompreensão.

Foi através do Lobo que nos chegou a máxima Sufi: “O homem não pode fazer absolutamente nada, na sua vida tudo simplesmente acontece”. Se você é um engenheiro, médico, teólogo ou alpinista, esse é o seu melhor. Se por acaso for pedreiro, marinheiro, alfaiate ou empresário, com certeza, esse é o seu melhor. Existem circunstâncias, ou emanações do teólogo, do marinheiro, do soldador e do soldado. Se as circunstâncias não mudarem você continuará sendo aquilo que é, a menos que mude o seu Nível de Ser. Quando as circunstâncias se alteram trazem junto de si um certo tipo de motivação, ou impressões, e o acúmulo delas nos dá a falsa ideia que mudamos, quando na verdade aquilo que mudou é um conjunto de coisas ou fatos à nossa volta.

Para nos colocarmos além desse círculo vicioso, ou roda de Samsara, é preciso despertar. Somente aquele que está em vias de despertar possui, mesmo que de uma forma inconstante, algo que chamamos de ‘vontade’, cujo significado é ver e agir de forma diferenciada diante dos problemas comuns do dia a dia. Outrossim, seremos manipulados por uma avalanche de desejos incontidos. Basta mudar o polo incentivador para que todos alterem direção e sentido. O Lobo não é o monstro profano que nos induziram a acreditar. O homem desperto sabe que o mal é o alicerce do bem. Infelizmente, só refletimos diante das adversidades.

Aqui nos acena a máxima do Cordeiro: “Não julgueis para que não sejais julgados”. Mas, julgados por quem? Por um Deus Misericordioso e Santo, além da vida? O Cordeiro é o ápice da Sabedoria, portanto deixa nas entrelinhas a reflexão: “Quando julgas o outro, torna-te conivente com o juízo que fazeis. Com o melhor ou pior que vedes no outro, transmutando energias de tal forma a te tornares esse melhor ou pior”. Ou seja, nos tornamos o outro quando o julgamos. Portanto, o pior do outro na verdade está em nós, como reflexo daquilo que realmente somos. Colocar-se num patamar superior ao nosso próximo é um dos atos mais arrogantes e mesquinhos que praticamos. Colocamos assim sobre os nossos ombros um laudo precoce de auto-condenação, o pior do outro passa a estar em nós, nos tornamos herdeiros de todo julgamento que fazemos. Só o ódio condena, pois o amor é um diferencial de Luz que nos acena além da forma (art. 042).

O Lobo e o Cordeiro não são extremos de uma dicotomia terrena ou divina, mas sim elos de uma corrente de sabedoria, que nos permite viajar além das limitadas amarras da razão. Se fôssemos julgados de forma incisiva pelo mal e pela ingratidão dos nossos atos, talvez nenhum de nós pudesse exigir libertação. Estou entre aqueles que acreditam na força da humildade e vejo a gratidão como a mais autêntica oferta diante da Vida.

Que assim seja!

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134 – Além das montanhas, o mar

In Artigos on 16 de novembro de 2011 at 21:06

Dentro de uma visão de ESCOLA as montanhas representam além de um ponto de contato com as forças primordiais do cosmos, também obstáculos a ser transpostos, ou seja, limites ou o limiar (art. 056) entre a Terra e o Céu. Foi subindo aos montes que os profetas receberam respostas e exaltaram a Deus em Verdade e Vida.

A ESCOLA CELEBRA MONTANHAS ÍNGREMES INTERIORES, PONTOS DE REFLEXÃO OU OBSTÁCULOS REAIS À EVOLUÇÃO DA CONSCIÊNCIA DO HOMEM.

O verdadeiro caminho (art. 064), ou seja, aquele aberto a todas as possibilidades, a ser trilhado pelo homem deve ser condizente com o seu universo psíquico inconsciente. Este sim determina os passos e a direção ao longo da vida. Despertar significa trazer esses elementos inconscientes à consciência, ou seja, é um processo de individuação, segundo a linguagem do professor Jung.

TODOS OS PROBLEMAS QUE SE AVOLUMAM AO LONGO DE NOSSA CAMINHADA SÃO RESPOSTAS A ATALHOS QUE NUNCA DEVERIAM TER SIDO UTILIZADOS.

Somos entidades de contornos, procuramos sempre dar um “jeitinho” a fim de tornar as coisas mais fáceis. Perdemos assim o foco inicial, o verdadeiro propósito (art. 041), o objetivo, deixando-nos guiar por alternativas, nem sempre condizentes com o assentamento do cosmos.

Há uma relação direta entre entidades de contorno e fluxo real evolutivo. As primeiras são determinadas pelo desejo, enquanto a segunda só se processa segundo a vontade.  Mesmo diante de uma vontade ainda imatura, mas já preconizando objetivos reais. Há também outro detalhe importante envolvendo a ambas: o sentido de acidente e destino.

ENTIDADES DE CONTORNO SÃO VÍTIMAS INCONSCIENTES DA LEI DO ACIDENTE, ENQUANTO O FLUXO REAL EVOLUTIVO É REGIDO PELA LEI DO DESTINO.

Muitas respostas inconseqüentes, ou situações constrangedoras deixam de se manifestar quando somos regidos pela lei do destino. Passamos a nos observar melhor, evitando com isso conseqüências premeditadas.

É COMO SE “UM ANJO NOS LEVASSE PELAS MÃOS PARA NÃO TROPEÇARMOS NAS PEDRAS DO CAMINHO” (art. 045).

Mas para que tal proteção venha a nos alcançar é inevitável o caminho das montanhas. É importante relembrar que em épocas de tormentas ou guerras, os povos sempre procuraram refúgio nas montanhas. As fortalezas dos povos da antiguidade eram erigidas nas montanhas, de onde pudessem ter a visão do vale e se proteger das investidas dos inimigos. Se observarmos o instinto de preservação animal iremos comprovar que ao primeiro sinal de aproximação de uma tempestade eles abandonam as planícies, ou regiões mais baixas, à procura das elevações.

SE ESTAMOS SOFRENDO HOJE AS CONSEQUÊNCIAS NEM SEMPRE CORRETAS DAS NOSSAS ESCOLHAS, QUE ACABAM SE AVOLUMANDO EM FORMA DE PROBLEMAS E OBSTÁCULOS, TAMBÉM ESTÁ AO NOSSO ALCANCE PRECONIZAR SOLUÇÕES, POIS AMBAS SE MANIFESTAM A PARTIR DE NÓS MESMOS.

Somos os veículos para a manifestação das forças tanto superiores como inferiores da existência. Tudo se processa por meio e através de nós. Se atuarmos de maneira inteligente, sendo que inteligência aqui significa ser maleável diante de situações inesperadas, ou seja, se atuarmos como Força Neutralizante (art. 038), tudo ao nosso redor tende a se acalmar e a manifestar um novo significado.  Na condição de Força Neutralizante impomos respostas à altura das soluções, pois nos tornamos veículos para manifestações superiores além das iniciativas meramente pessoais.

REALIZAÇÕES E CONQUISTAS PESSOAIS DEVEM SER PLENAS E MUNIDAS DE UM MÁXIMO, SEMPRE RESPEITANDO OS DIREITOS E LIMITES DO OUTRO, E OS REFERENCIAIS DE ENRIQUECIMENTO DO COSMOS.

Além das montanhas, o mar. O significado do mar, ou as águas da vida (art. 075) é muito abrangente, pois alude ao desconhecido e a todas as possibilidades nele contidas. Além das montanhas, uma vez ultrapassadas, não está um vale de sonhos, realizações, descanso e prosperidade, como às vezes nos fazem ver em algumas pregações religiosas.

SE ASSIM FOSSE, NUM BREVE LAPSO DE TEMPO NOVAS MONTANHAS IRIAM IRROMPER DIANTE DE NÓS, NUM CICLO INTERMINÁVEL DE ANGÚSTIA E DOR.

Em verdade, além das montanhas vislumbramos um mar de alternativas, que nos convida a desafios maiores, num interminável fluxo de possibilidades. É esse fluxo real evolutivo que nos mantém despertos e sempre prontos para a ação, quaisquer que sejam as intempéries que venham a se avolumar em nosso caminho.

As águas e o mar são símbolos do inconsciente, ou seja, a potência feminina das águas, e o desconhecido.

A MAIOR INFELICIDADE DO HOMEM MODERNO É NÃO SABER SE RELACIONAR COM AS ÁGUAS INTERIORES, SEMPRE PROCURANDO RETÊ-LAS E APRISIONÁ-LAS ÀS SUAS PEQUENAS BARRAGENS, ENQUANTO UM UNIVERSO DE LUZ PODERIA SE ABRIR SE AS PERMITISSE FLUIR LIVREMENTE NO SEU INTERIOR.

Evitamos as montanhas em situações normais da vida, mas muito além delas temos verdadeiro pavor ao mar.

ESSE MAR DE POSSIBILIDADES INCONTIDAS É UMA ETERNA NOITE DE INSENSATEZ E NEGRITUDE, COM TODOS OS SEUS MONSTROS E ABSTRAÇÕES.

As figuras horrendas que mantemos cativas, pois horrendos somos diante do espelho de Gaia, pela ingratidão e insensatez de nossos atos, tendem à superfície, tornando impossível navegar. Por isso o homem não se observa a si mesmo, pois isso o levaria à Lembrança de Si Mesmo, ou seja, a sua real estatura diante do cosmo, deixando cair as máscaras que utiliza para sobreviver.

A ‘PROCISSÃO DA MISÉRIA HUMANA’ (art. 004) CANTA: “QUERO MERGULHAR NAS PROFUNDEZAS DO ESPÍRITO DE DEUS”, SEM CONHECER O REAL ALCANCE DE SUA AFIRMATIVA. CANTAM ADORMECIDOS E DEPOIS, TENDO ÀS MÃOS UMA CALCULADORA, CONFIRMAM SUA SEGURANÇA NOS EXCEDENTES FÉTIDOS DE UMA CONTA POUPANÇA, IRREAL E TRANSITÓRIA.

Uma vez confirmados os valores, pegam o celular e ligam para o pedreiro a fim de confirmar o início da tão sonhada obra: ELEVAR DUAS FIADAS DE MURO, PARA SUA SEGURANÇA PESSOAL E DOS SEUS.

DESPERTAR É TÃO OU MAIS DIFÍCIL QUANTO ENCONTRAR AZEITONAS EM UM SORVETE DE MORANGO. A VASTIDÃO DO DESCONHECIDO ESTÁ MUITO ALÉM DOS MUROS, QUE LIMITAM E SEPARAM.

Superar as águas revoltas (art. 036) é o desafio maior do homem que se coloca no caminho do Verdadeiro Conhecimento.

É MUITO MAIS PRÁTICO E SEGURO SENTAR-SE  AO BANCO DE UMA IGREJA DO QUE AVENTURAR-SE ALÉM DA PRIMEIRA ESQUINA.

Ali dormem à vontade sem ninguém para os importunar. É impossível despertar onde todos dormem e sonham os mesmos sonhos e, além disso, ainda pensam da mesma forma. Toda pregação é condizente com o ouvinte, pois a igreja teme feri-los no seu pensar reativo, com medo da dispersão do seu rebanho.

MAS QUANDO OS RIOS D’ÁGUA E OS TROVÕES IRROMPEREM OS CÉUS ELES FUGIRÃO EXATAMENTE PARA AS MONTANHAS, POIS INSTINTIVAMENTE AINDA RECONHECEM A PROTEÇÃO NATURAL DE GAIA.

ANTES QUE OS CURRAIS FOSSEM LEVANTADOS EM NOME DE UMA FALSA SEGURANÇA, OS REBANHOS JÁ HABITAVAM A TERRA.

Todos os seres sencientes sabem exatamente o seu limite de sobrevivência. Somente o homem, o mais fraco e arrogante de todos os animais da Terra precisa de artifícios para sobreviver. Se não bastasse isso, esses artifícios nos estão destruindo a nós mesmos como espécie e à Terra e seus ciclos naturais como um todo.

ESSES SUBTERFÚGIOS CRIADOS EM NOME DE UMA FALSA SEGURANÇA EXCLUÍRAM AS MONTANHAS E O MAR. AS PRIMEIRAS POR SIMBOLIZAR SACRIFÍCIOS REAIS DE TRANSPOSIÇÃO DO EU IMAGINÁRIO (art. 091) E O SEGUNDO POR SIMBOLIZAR TODA A CORAGEM NECESSÁRIA À TRAVESSIA DO MAR VERMELHO (art. 037).

Todos os milagres criados pela era da modernidade visam facilitar o sono e alimentar o imaginário do homem, sem ver o imenso precipício que está se abrindo bem abaixo dos nossos pés.

Que assim seja!